As pragas dos Drones usarão Linux

Marinha dos EUA anunciou que trocará o sistema de controle dos drones. A US NAVY trocará Windows por Linux. O motivo da troca é questão de segurança: uma praga virtual estava atacando o sistema da praga maior, os drones militares. A empresa Raytheon, ganhadora do contrato de US$28 Milhões, será incumbida da mirabolante tarefa de combinar a licença GPL do Linux com os segredos dos sistemas militares.



O que é drone?


Drones são aeronaves não tripuladas. No âmbito militar, esses aviões ou helicópteros sem pilotos são usados para espionagens, filmando ou tirando fotos, ou, quando carregados com munições de longo alcance ou misseis, para missões de assassinato.

Drones começaram a ser usados no final dos anos 50, para espionagens, mas somente no final dos anos 70 seu uso foi admitido. Na Guerra do Golfo, em 1991, esses equipamentos ficaram populares e foram acrescentados armas em seu projeto. Na invasão do Afeganistão em 2011 foram usados pela primeira vez (oficialmente) em missões de assassinatos e destruição de estruturas.

Apesar de ser notório o uso e fabricação por americanos, Israel é quem está na dianteira no desenvolvimento. Eitan é um dos drones mais avançados do mundo. Mas como sempre os israelenses são discretos (lembra de seu programa nuclear secreto para fins militares?).



Qual a polêmica em relação a eles?


A vantagem dos drones seriam a preservação da vida humana. O risco é zero uma vez que não possui pilotos. Mas será mesmo que estão preocupados com a vida humana?

O objetivo é a redução de custos a longo prazo. Enquanto drones custam poucos milhões, de US$ 4 milhões até US$ 12 milhões, os aviões tripulados podem passar de US$ 100 milhões, como a caso dos F-35. O projeto, por sinal, pode consumir ainda mais recursos. O F-35 custará mais de US$ 1 trilhão.

Além disso, por ser pequeno e facilmente descartável ainda podem ser usados com mais possibilidades, realizando missões mais arriscadas.




No entanto a grande polêmica está na ilegalidade dos drones militares. Drones militares ferem tratados internacionais quando são usados com munições e misseis em território que não tem guerras declaradas. Ferem ainda os Direitos Humanos e a Convenção de Genebra quando não dá chance para o inimigo se render.

O pior dessas naves não tribuladas é que facilmente erram os alvos e matam civis. Drones tem limitações e são "pilotados" por quem não tem experiência em campo. EUA querem até atraírem adolescentes com habilidades de videogame.

Tudo ainda fica pior quando se sabe que o próximo passo dos drones são aumentar a autonomia de voo com combustível nuclear. Apesar de dizerem que o projeto será encerrado, passa pela cabeça que os drones sempre tiveram projeto secretos. Quem verificaria se tem ou não combustível nuclear?



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